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sexta-feira, 11 de março de 2016

Surpresa do dia!



Para animar nossa sexta-feira foi encontrada na escola uma gatinha batizada pela turma 31 e adotada pela professora de biologia Fabiana, com o nome de Marie.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Hora de renascer com as flores...

Há muito tempo, não muito longe daqui, havia um reino muito engraçado. Todas as coisas eram separadas pela cor. As borboletas brancas só visitavam o canteiro branco. As borboletas azuis só visitavam o canteiro azul.
Neste reino viviam Julieta e Romeu.
Julieta era uma borboleta amarela do canteiro amarelo e Romeu uma borboleta azul do canteiro azul. Seus pais sempre avisavam para que não passeassem em canteiros de outra cor.
Um dia, na primavera, Ventinho convidou Romeu para dar um passeio no canteiro amarelo. Chegando lá, ventinho apresentou Romeu a Julieta e os dois logo ficaram amigos.
Romeu e Julieta começaram a brincar e saíram para conhecer melhor o reino. Ficaram encantados com tudo o que viram e acabaram entrando na floresta. Quando a noite chegou, Romeu e Julieta não conseguiram encontrar o caminho de volta.
Enquanto isso, lá no canteiro amarelo, a mãe de Julieta estava desesperada, e lá no canteiro azul, o pai de Romeu estava preocupadíssimo.
Eles não sabiam o que fazer para encontrar os filhos, até que a Dona borboleta amarela tomou coragem e foi falar com a Dona borboleta azul, falaram com o senhor Vento e todas as borboletas saíram de canteiro em canteiro procurando o Romeu e a Julieta.
Quando amanheceu o dia, o céu estava cheio de cores. Todos se misturaram para ajudar . Quando Romeu e Julieta viram seus pais, ficaram felizes em poder voltar para casa.
E quando chegou de novo a primavera tudo estava diferente naquele reino. Os canteiros tinham todas as cores misturadas.
Margaridas, cravos, dálias, miosótis, rosas, cresciam juntas, misturadas.

E juntas brincavam as borboletas.
Nada diferente de nós quando vivemos sem preconceitos,
e todos os dias são primavera em nossa vida.
Porque amamos nosso semelhante independente da sua cor. 

Vale seu coração e alegria de estarmos juntos em paz.
 Fonte: http://www.belasmensagens.com.br/reflexao/inicio-da-primavera-3223.html


Primavera 2015 começa às 5h20 (sem horário de verão) do dia 23 de setembro de 2015; e termina dia 22 de dezembro de 2015
primavera é a estação de antecede o verão e sucede o inverno. No Hemisfério Sul, onde está localizado o Brasil, esta estação é caracterizada pela desabrochar das flores e pelo aquecimento da temperatura. Nesta estação, o clima é mais ameno, ou seja, não tão quente quanto o verão, e nem muito frio como no inverno. 
equinócio de setembro marca o início da primavera no Brasil. O equinócio é um fenômeno astronômico onde o Sol atinge com maior intensidade as regiões próximas à linha do Equador. No equinócio, o dia tem a mesma duração no hemisfério Norte e no hemisfério Sul.
fim da primavera é marcado por outro evento astronômico: o solstício de Verão. O Solstício de Verão é o período em que o hemisfério Sul está inclinado cerca de 23,5º na direção do Sol. Em 2015, o solstício de Verão será às 02h48 do dia 22 de dezembro de 2015 (horário de Brasília) no Brasil. 
Fonte: http://www.calendarr.com/brasil/inicio-da-primavera/


segunda-feira, 17 de agosto de 2015

ENEM 2015


O Enem é composto por quatro provas objetivas, com 45 questões cada, e uma redação.

Confira os dias da prova:

24 de outubro de 2015 (sábado)
- Ciências Humanas e suas Tecnologias; e
- Ciências da Natureza e suas Tecnologias.
Tempo para a prova: 4h30

25 de outubro de 2015 (domingo)
- Linguagens, Códigos e suas Tecnologias;
- Redação; e
- Matemática e suas Tecnologias.
Tempo para a prova: 5h30

Fonte: http://enem.inep.gov.br/dicas.html

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Monitora do Mais Educação da E. E. B. São José é eleita rainha da 36ª Oktoberfest

A E. E. B. São José parabeniza a monitora Chrislaine Yonara Schoenhals Ritter, rainha da 36ª Oktoberfest de Itapiranga. A escolha aconteceu no sábado, 03 de maio de 2014.


quinta-feira, 3 de abril de 2014

COMUNIDADE ESCOLAR DA E.E.B. SÃO JOSÉ PARTICIPA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A CONSTRUÇÃO DA HIDRELÉTRICA DE ITAPIRANGA, SC

No último dia 02 de abril, a comunidade escolar da E.E.B. São José participou, no turno vespertino, a partir das 14 horas, na Sociedade Recreativa Imigrantes, na cidade de Itapiranga, SC, da Audiência Pública sobre a Construção da Hidrelétrica de Itapiranga, SC, com a presença do Juiz Federal de São Miguel d´Oeste, SC, Dr. Márcio Jonas Engelmann.  O convite para a participação no evento foi para toda a comunidade escolar,   pais dos alunos (com os alunos), professores e funcionários da E.E.B. São José e IAESC. O Diretor do IAESC, Prof. Ir. Celso Schneiders,  fez a explanação na audiência, com defesa à escola local (IAESC,  E.E.B. São José e E.M. Oscar Puhl, e, a comunidade local). Em reuniões anteriores, acordou-se, sobre quais entidades que se pronunciariam e o tempo que teriam para o pronunciamento. Por fim, ficou acordado, que dezenove entidades apresentariam a sua defesa, numa fala máxima de dez minutos, usando a argumentação contra a construção da Usina Hidrelétrica de Itapiranga. Pela avaliação do Juiz Federal, do Promotor da Justiça Federal, dos representantes do IBAMA, e dos Pesquisadores Ambientais do Governo Federal, a audiência foi muito importante e produtiva, principalmente no que se refere a dados e postura das diferentes localidades e municípios, para as devidas análises do projeto pleiteado pela empresa construtora.

Leia abaixo, na íntegra, o pronunciamento do Diretor do IAESC, Prof. Ir. Celso Schneiders, apresentado na audiência:

Meritíssimo Dr. Juiz Márcio Engellmann

É uma honra podermos contar com sua presença em nosso meio e partilhar das nossas preocupações quanto ao espectro da Hidrelétrica de Itapiranga.
Primeiramente, tenho a dizer o seguinte, enquanto representante da educação dos atingidos por barragem (RS e SC), a nossa luta não se refere simplesmente a UHI e sim ao que ela representa para a região e o País. Somos e representamos o símbolo de resistência da luta contra as barragens por mais de 30 anos! Durante 30 anos somos pressionados e, e porque não dizer ameaçados... Em 1982 uma jornalista francesa veio ao Rio de Janeiro e ao saber da nossa resistência ela procurou o Col. Agrícola de Itapiranga recém fundado. Para ela foi algo único e fantástico encontrar um povo preocupado com o meio ambiente e sua luta.
 Em síntese, aqui está em jogo mais do que uma possível barragem, mas o símbolo de uma luta contra os limites da política energética do nosso País. Qual é o limite desta política energética?  Não queremos ser cobrados pelas gerações futuras quando estaremos sujeitos a termos energia em abundância e não termos água potável. Olhem para São Paulo e outros lugares. 

Alguns dados históricos
Os Jesuítas vieram ao oeste catarinense em 1926 através da Sociedade União Popular (Volskverein) - colonizadora oficial responsável pelo povoamento da região - para oferecer novas oportunidades de vida aos colonos do RS. Inúmeras foram as dificuldades e intempéries que estes colonizadores enfrentaram, mas conseguiram superar os obstáculos que a natureza  adversa  manifestava.
Estes colonos tiveram que enfrentar sozinhos, isolados de tudo, o que devia ser realizado para uma sobrevivência digna da pessoa humana.  A iniciativa particular, com o apoio dos Jesuítas foi uma das soluções para enfrentar todo tipo de adversidades na mata virgem.

 “É fato historicamente conhecido que as comunidades de imigrantes (nossos colonizadores), nos primeiros anos de sua existência, nada ou muito pouco recebiam das autoridades locais, provinciais e muito menos federais. A confirmação desse fato aparece claramente nas palavras do presidente Getúlio Vargas, em discurso pronunciado em Blumenau no ano de 1940 (referindo-se aos colonos):

...de certo modo, no meio de imensas florestas, foram deixados ao abandono. Dir-se-ia que custaram muito a se assimilar à sociedade nacional, e falar a nossa língua. Mas a culpa não foi deles, a culpa foi dos governos que os deixaram isolados na mata. Os colonos só pediam duas coisas, escolas e estradas, estradas e escolas. No entanto, a população prosperava isolada, devido unicamente ao próprio esforço. Só tinha uma impressão do governo: era quando este se aproximava como algoz, para lhe cobrar impostos, ou como mendigo, para solicitar-lhe os votos. (Artur Rambo, Somando Forças,pág. 19)

 A bem da verdade, a situação não mudou muito até hoje.  Agora que constituímos nossos lares e temos nossas propriedades, mais uma vez estamos prestes a ser usados como capachos para interesses de multinacionais.  A propósito, sabemos que certo órgão público proíbe fazer bolsa com couro de jacaré, mas nenhum órgão reprime a confecção do bolsa família com o couro da classe média...

Só mais alguns breves dados históricos:
Surge nos anos de 1960 o COMUDE (Conselho Municipal de Desenvolvimento).  Três objetivos foram apresentados: Criação de um frigorífico, uma escola agrícola e uma laticínios. A Escola Agrícola (em Sede Capela), um prédio gigantesco foi construído com a ajuda do povo da região. Em torno de 100.000 horas de trabalho voluntário foi empregado. Qual a comunidade que tanto fez pela educação, mais precisamente a iniciativa privada?  Em 1980 inicia oficialmente o Curso Técnico em Agropecuária. Até hoje foram mais ou menos 2000 técnicos que se qualificaram neste educandário, que infelizmente está com seus dias contados por uma série de razões que não nos  compete analisar neste  momento. O certo é que toda esta estrutura educacional, hoje com mais de 350 alunos, corre sérios riscos de ser riscada do mapa por causa deste projeto hidrelétrico.
E agora, fazendo um breve contraponto com as Missões dos Sete Povos das Missões (Séc.17 e 18), será que teremos que legar para as gerações futuras  um lago de águas podres e admirar  a “beleza” das praias  e nos perguntar:  O que esta experiência  comunitária cristã tem a dizer para a nossa época, a partir do Rio Uruguai poluído e sem vida?
Esta também é a hora de afirmarmos, ainda bem que a nossa sociedade não sabe de que são feitas salsichas, como são feitas as leis, e diria como são feitas as hidrelétricas...
Não queremos que as gerações futuras nos acusem de omissos. Dizia o P. Antônio Vieira:
-Pelo que fizeram se hão de condenar muitos. 
Pelo que não fizeram se hão de condenar todos.
A omissão é um pecado que se faz não fazendo.
         Neste momento nos encontramos como o guerreiro missioneiro guarani Sepé Tiaraju, líder da resistência contra o opressor e invasor espanhol e português no século 18. Apesar de sermos uma nação democrática (ou justamente por sermos), é que temos o direito de manifestar e repetir sua frase profética que ressoa também nesta região: “Esta terra tem dono!” Estas escolas, estas comunidades, esta agricultura sofrida e explorada tem dono. Foi a iniciativa privada que colonizou  e construiu  aquilo que temos hoje. Agora o poder econômico irracional vem tirar a nossa propriedade, estraçalhar as nossas comunidades e escolas, sem falar da dimensão cultural e religiosa. Será que já não temos povo suficiente pelo mundo que foi jogado na rua por causa de megaprojetos e por causa da ganância do poder econômico?
Para lutar é preciso acreditar! E aqui acreditamos que é possível pensarmos num mundo diferente em que a água volte a ser sinal de vida e não de morte e que se questione de uma vez para sempre: Qual é o limite da política energética deste País?  Além de ser uma política que não privilegiará a nós, mas o poder econômico capitalista e selvagem! Queremos o progresso, mas jamais a custa da desgraça alheia.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Outono inicia hoje

Nesta quinta-feira (20/03), às 13h 57min, inicia o outono. Nesse momento, a luz solar iluminará tanto o Hemisfério Sul, quanto o Norte. É chamado equinócio de outono.

A palavra equinócio vem do latim, aequus (igual) e nox (noite), e significa "noites iguais", ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo. Ao medir a duração do dia, considera-se que o nascer do Sol (alvorada ou dilúculo) é o instante em que metade do círculo solar está acima do horizonte, e o pôr do Sol (crepúsculo ou ocaso) o instante em que o círculo solar está metade abaixo do horizonte. Com esta definição, o dia e a noite durante os equinócios têm igualmente 12 horas de duração.
Os equinócios ocorrem nos meses de março e setembro quando definem mudanças de estação. Em março, o equinócio marca o início da primavera no hemisfério norte e do outono no hemisfério sul. Em setembro ocorre o inverso, quando o equinócio marca o início do outono no hemisfério norte e da primavera no hemisfério sul.
Fonte: wikipedia.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Dia do patrono da escola

No dia 19 de março comemora-se o dia do Patrono São José, que deu nome à escola.
São José também é Padroeiro da comunidade local e sempre no primeiro domingo que sucede à data, é comemorado o tradicional "Kerb".
A escola possui o nome São José desde 1980. Naquele ano foi criado o Colégio Agrícola São José ligado à FESC (Fundação Educacional de Santa Catarina).
Após a extinção da FESC, em 2000 a escola passou a se chamar CEDUP São José e mais tarde, com a extinção do CEDUP, a nossa unidade escolar passou a ser chamada de Escola de Educação Básica São José.

quarta-feira, 2 de março de 2011

JOVEM DE ITAPIRANGA SE FORMA EM MÉDICO VETERINÁRIO PELA UFSM


JANIER LUIS KAPPES, filho da professora Ilse Teresinha Rech Kappes e do professor Ignácio José Kappes, se formou Médico Veterinário pela Universidade Federal de Santa Maria -RS no dia 5 de fevereiro de 2011. Janier cursou todos seus estudos, Fundamental e Médio na EEB SÃO JOSÉ de Sede Capela. Janier passou a atuar como Médico Veterinário na empresa Sadia de Três Passos - RS, apartir do dia 14 de fevereiro de 2011.